Abri atividade e sobrevivi: um mês de freelancer sem dramas
A história real do primeiro mês como trabalhador independente — de abrir atividade em 5 minutos a gastar menos de uma hora em contabilidade no mês inteiro.
Tudo o que precisa saber sobre faturação, IVA e Segurança Social em Portugal.
Desde não passar recibo no momento certo até confundir bruto com líquido — os erros clássicos do primeiro ano de atividade e como não os repetir.
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A história real do primeiro mês como trabalhador independente — de abrir atividade em 5 minutos a gastar menos de uma hora em contabilidade no mês inteiro.
Tens um trabalho pontual e não queres abrir atividade? O ato isolado permite faturar legalmente sem burocracia. Percebe quando funciona, as limitações e quando compensa abrir atividade.
Internet, portátil, software, coworking, formação - tudo isso reduz o teu IRS. O truque? Pedir fatura com NIF e validar no e-fatura. Um freelancer médio poupa €500-1.500/ano.
Salário bruto €1.500: a empresa paga €1.850 no total, tu recebes €1.100. O mesmo valor como freelancer no regime simplificado? Ficas com mais. Os números reais.
A Maria faturou 18.000€ e gastou tudo. Em abril devia 3.200€ ao Estado. A regra que evita isto: guarda 20-25% de cada fatura. Sem surpresas, sem empréstimos.
Sabes exatamente quanto pagas pela Netflix. Mas quanto pagas de impostos e Segurança Social este mês? A metáfora que muda a forma como vês as tuas obrigações fiscais como freelancer.
Dois números que todo o trabalhador independente precisa de conhecer. Abaixo de 15.000€ não cobras IVA. Acima de 200.000€ sais do regime simplificado. O que muda em cada patamar - explicado com exemplos reais.
Primeiro ano: Segurança Social zero, coeficiente de IRS reduzido para metade (se elegível), IVA só acima de 15.000€. Os números reais, com exemplos a 1.000-3.000€/mês.